Como são diferentes os comportamentos. Como eu era diferente, quando era aluna. Como fica distante aquele tempo. Estarei eu ficando obsoleta? Será que os valores fundamentais mudam? Olhando a foto do bebê caindo nos braços do adulto, penso na responsabilidade deste. E na minha também. Como se explica essa relação de simbiose competitiva, misturando por uma linha bem tênue, amor e ódio? Sim, eu carrego nas tintas porque há intensidade. Sou intensidade transpirando pelos poros, evaporando-se no ar. Ou me amam, ou me odeiam. Não alteram meu alter-ego... mas estou começando a achar que isso vicia. E olho, à procura de alguém que se pareça com meu comportamento de aluna ( e aqui, aluno vem como aquele "Que não tem luz", no melhor vocabulário à La Lúcia Chaves)... e penso se encontrei... talvez seja a hora de aposentar meus óculos ray-ban. E o jornal.
Como diria minha professora... quer que responda suas dúvidas? Quer que lhe dê o peixe, mas não a vara? Sinto, mas não posso... educar também envolve dor. Muito embora, em sentidos mais amplos, o prazer também doa. E em todo esse misto, dá pra perguntar aos alunos em questão, na iminência de me matarem fulminada por um infarto... quais são as inquietudes de vocês?? Quais?? Answer me, please. Talvez nem Freud explicasse. (risos).
See you later... !
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